Finalização do e-portfólio - Tema 3 e resumo da disciplina – Processos Pedagógicos do e-Learning

 ParteResumo das atividades 

  

Este post tentará resumir algo que dificilmente pode ser resumido em um simples post que foi o aprendizado adquirido na matéria ao longo dos 3 temas que duraram um semestre. 

A primeira atividade que possui uma postagem e pode ser consultada clicando aqui, podemos discutir o que é um Personal Learning Enviroment (PLE) que nada mais é que um esquema pessoal dos objetivos que deseja alcançar e dos aplicativos que utilizará para chegar aos objetivos citados. Nesta atividade, tivemos a oportunidade de elaborar um esquema de PLE e discutir acerca da importância de elaboração deste esquema para atingir os objetivos educacionais que no ambiente online tende a ser mais individualizado que nos ambientes física. Como exemplo, temos uma pessoa que precisa aprender somente a escrever em inglês, provavelmente buscará ferramentas, comunidades e cursos que foquem na escrita e não nas outras habilidades possuindo um PLE diferente de quem deseja se tornar professor de inglês ou embaixador que precisará dominar mais habilidades além da escrita. Após este levantamento, produzidos no tema 2, o nosso esquema de PLE que pode ser consultado clicando aqui. 

  


 

  

Mesmo sabendo que no link vocês poderão ver a imagem do meu PLE, resolvi divulgá-lo aqui também. Nele podemos ver que meu PLE foca em melhorar minhas habilidades em inglês e espanhol que são as disciplinas que leciono e minha formação acadêmica que se baseia nas ferramentas oferecidas pela Universidade Aberta de Portugal e outras que me ajudam a realizar as tarefas pedidas pelos professores. 

  

Por fim, em termos de atividades, tivemos uma discussão interessante sobre o papel do professor no e-Learning e no tema 3 elaboramos um trabalho em grupo onde discutimos as diferenças dos termos desgin educacional e design instrucional, onde o segundo, foca mais na instrução de algo específico e o primeiro focando em uma educação mais ampla, isso se baseando no que foi pesquisa pelo meu grupo que defendia o design educacional no debate. Após a elaboração do padlet, os alunos interagiram entre si sobre os conceitos e conseguiram verificar diversas opiniões sobre os dois termos que para os leigos podem significar a mesma coisa, mas que divergem academicamente. 

  

Segue os links das postagens acerca dos trabalhos citados no último parágrafo: 


  

  

  

ParteReflexão sobre o aprendizado 

  

Acredito que as atividades e os colegas me ajudaram muito no processo de aquisição dos conceitos e das principais ideias. As atividades fornecidas colocaram os estudantes como sujeitos ativos do processo e vai de encontro ao ideal da Universidade Aberta de Portugal que de acordo com Nobre (2020), é colocar o aluno como centro do processo de ensino e aprendizagem, além de dar autonomia ao educando. Aqui cabe ressaltar que o processo foi emancipador, caminhando em conjunto também com o que foi escrito e produzido academicamente por Paulo Freire, onde a educação tem o dever de tirar as amarras do senso comum, produzindo seres críticos e não meros reprodutores de conteúdo (Freire, 2004). Consegui perceber com a matéria de PPEL e todas as outras durante o curso que o e-Learning não significa só uma educação para temas específicos, como alguns agentes sociais nos fazem crer, mas que pode ser algo integral assim como o presencial. 

A própria ideia de discutir o seu plano pessoal que está ligado com seus objetivos pessoais de vida, mas será possível de se realizar se estiver ligado com os de outras pessoas, seja aquela que desenvolveram a ferramenta ou que em algum momento irão aprender com você e irão ensinar você. Também foi possível refletir no PPEL e nas demais matérias que acabam convergindo sobre a necessidade de ter uma internet cada mais aberta e disponível para todos, pois assim poderemos diminuir as desigualdades do mundo real que muitas vezes aparecem no virtual. Por fim, cabe apontar a reflexão gerada em todos os fóruns e no tema 3 acerca do uso da rede em uma sociedade cada vez conectada em si e que passa por um processo de avanço de uma cibercultura (Levy, 1999) 

  

Referências 

FREIRE, Paulo. (2004) Pedagogia da autonomia: saberes necessários a prática educativa. São Paulo: Paz e Terra.  

Nobre, Ana - REA [Em linha]: de A a .... Manual para identificar, procurar, utilizar, reutilizar, produzir e partilhar recursos educacionais abertos. Lisboa: Universidade Aberta, 2020. 80 p. (eUAb. Educação a Distância e eLearning; 11). ISBN 978-972-674-884-7 

Lévy, Pierre. (1999). Cibercultura (1°edição). Editora 34 

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